Esqueço as lágrimas que, invisíveis, jorravam de dentro do peito. Apago a insegurança e a consciência do erro cometido por diversas vezes, sem o menor pudor. Perdoo a falta de atenção e carinho nos momentos que mais precisava. Relevo o abuso.
Levo comigo os almoços e cafés em que as mãos, descontroladas pela imensa vontade de estar perto, encontravam-se por debaixo da mesa.
Escolho sua melhor lembrança, que é para seguir meu caminho com mais leveza.
Olá Ana.. Tudo bem?
Nem sei como vim parar na sua página.. mas gostaria de parabenizá-la, você escreve muito bem, me deu saudade de quando também cultivava esse hábito.
E a cada leitura dos seus textos, mais de me identifiquei com você.. Sei não viu? Mas a gente viveu muita coisa parecida.
Um grande abraço e mais uma vez parabéns e que você, ao contrário de mim, não perca o hábito de escrever!
Olívia!
Que bom que você gostou, ficou muito feliz!
Ás vezes é difícil mesmo, por inúmeros motivos, cultivar o hábito de escrever. Mas faz tão bem…! Se eu fosse você, tentaria novamente, sem compromisso!