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chocolate, dor de amor, dormir, ginástica, irc, pé na bunda, redes sociais, yoga
Fase 1: comemos chocolate como se não houvesse amanhã.
Fase 2: fazemos ginástica como se disso dependesse nossa vida.
Fase 3: nos matriculamos na aula de yoga e voltamos a fazer terapia.
Fase 4: vai ficando mais fácil dormir e não dói tanto acordar.
Fase 5: paramos de fuçar as redes sociais compulsivamente.
Fase 6: outros caras começam a ficar atraentes.
Fase 7: percebemos que ele tinha suas falhas.
Fase 8: não conseguimos mais entender porque ‘aquilo’ nos encantava tanto.
Fase 9: pegamos ‘irc’ e não queremos vê-lo nem pintado de ouro.
Fase 10: caímos na mesma ladainha, só que dessa vez com outro.
Superamos o pé na bunda.
Um pé na bunda sempre dói. Mas faz parte do caminhar da vida, do continuar e, sem dúvida, do aprender. Com o tempo a gente percebe o que e quem vale a pena. E de uma coisa eu tenho certeza: depois da solada nas nádegas, depois do cair e encostar o corpo no chão, o levantar se torna mais vitorioso. O caminho é árduo, é doído. Mas, no final, nos deixa mais fortes, menos inocentes e, certamente, mais confiantes.
Nossa, você conseguiu expressar em palavras extamente como eu me sinto com as situações da vida! Parabéns!