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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

outubro 2010

Ponto de observação

  Passa ônibus, passa ônibus, passa ônibus. Nunca é o meu, lógico! E no meio de um raciocínio: “Pipoca, amendoim, docinho de caju. Um real moça, vai aí?” “Obrigada” respondo sorrindo, reflexo do riso interno, afinal, era exatamente nisso que... Continue lendo →

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No dia 25 de outubro de 2010, além de tudo, choveu.

Uma passou o dia fitando o celular que insistia em não tocar. Preocupada, fez pensamento positivo, segurou o choro e se arrastou quase como na inércia para a sala de aula. A rotina doía. O trabalho era sem graça e a volta... Continue lendo →

Fardo de escritor

Aquela sensação de desânimo, apatia e quase-depressão batia novamente. Sempre acontecia quando se via muito tempo em casa, mesmo que atarefada. Às vezes quando à toa isso também incomodava, mas acho que mais mesmo quando o encontro com outras pessoas... Continue lendo →

Arteiro fugitivo, o melhor amigo do homem

 Seis e meia da tarde. Sentada num ponto de ônibus vazio. Sexta feira, véspera de feriado. O ônibus demora mais que o esperado e já sei que o caminho de volta para casa não será muito diferente. O carro vermelho... Continue lendo →

Reflexo torto

O rosto, por mais que cinco anos mais novo - e calcula uns dez quilos mais fino -, ainda reconhece. Os traços são praticamente os mesmos, moldados por um corte de cabelo pouca coisa mais recatado. São os olhos, dotados... Continue lendo →

Apontamentos sobre alguém que não conheci

Letras na parede para melhor visualizar a imaginação. Quando as ideias são tantas, o autor não se contenta com apenas caneta e papel como extensão do trabalho ininterrupto de um cérebro repleto de personagens. O café já não faz mais... Continue lendo →

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