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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

junho 2011

Tomorrow never knows

Posso não te deixar nada. Nenhuma boa lembrança que te faça sorrir numa tarde ociosa de quinta feira, nenhum arquivo de word escondido na pasta de nome difícil de achar no computador, nem um mísero momento de devaneios num almoço... Continue lendo →

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À mão

“Cadê a caneta? Bolsa de jornalista sem caneta? Tenha dó! Faça-me o favor! Não é possível que não tenha uma mísera caneta nessa merda que tem de tudo, ó, tudo: hidratante para as mãos, hidratante labial, maquiagem, água, barrinhas de... Continue lendo →

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