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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

agosto 2011

Beca, capelo e canudo

Vamos nos desesperar, achando que nos falta capacidade. Chegaremos a questionar escolhas e caminhos que fizemos. E vamos temer o futuro (ou a falta dele). Vamos nos conhecer cada vez mais e mais profundamente e, em determinado momento, nos assustaremos... Continue lendo →

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Sem conto nem fadas

Despedir-se? Ah, tolinha! A quem queria enganar? A despedida era só uma maneira ilusória de postergar o iminente fim. Era só aquela tão sua típica veia dramática querendo sentir mais uma vez, envolver, sofrer. Era intensidade que queria, filme de... Continue lendo →

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