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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

outubro 2011

Éramos 15

Amizade é como amor. Tem que haver fidelidade, confiança, cumplicidade, carinho e tesão. Quando nos encontrávamos, todas essas características se faziam valer. E como bons amigos que éramos, chorávamos toda dor de amores incapazes de cumprir com os mesmos pré-requisitos.... Continue lendo →

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Cíclico

As palavras saem de sua boca com uma naturalidade agonizante. É como se nada, nunca, tivesse acontecido. E respondo com uma falsidade tão verdadeira que chega a intrigar. Confunde. Ignoro as mil lágrimas vertidas e esqueço as promessas de mudança... Continue lendo →

Sim

Andei procurando, com muito afinco, depositar em terceiros a razão de minhas constantes lágrimas. Sem sucesso. Resolvo escolher outra cor de esmalte e corto o cabelo. Típica decisão de mulher insatisfeita. Entendo, então, que é hora de mudar também as... Continue lendo →

Crime passional

Tarde. Um domingo chuvoso. A casa vazia. Um vinho. Lógico, típico. Mas dos melhores. O clássico, do tipo que nunca decepciona, tinha gosto amargo. A uva, colhida com tanto carinho no penúltimo outono, descia rasgando a garganta, cruel. Não fosse... Continue lendo →

Deletério

Noites de sono mal dormidas por conta de sonhos indesejados, perturbadores. Temperatura excessivamente alta, fazendo do colchão um inferno particular. Justo mundo da neve no asfalto, deixando esfriar os pés e a cabeça - quando o auto controle já não... Continue lendo →

Insônia

O sono não acompanhava a vontade de dormir. O pensamento lhe tirava o bem mais precioso. Descansar. A chuva que caia, ao mesmo tempo que sofrida, fazia curar. Desistiu do travesseiro. De sonhar. Por mais que se recusasse a checar... Continue lendo →

Causa e consequência

Desconhecido, aproximou-se. O ar nada amigável não enganava. Não queria papo. Ufa! Não era dia de paciência. Muito menos de simpatia. Apenas sentou-se ao seu lado e acendeu um cigarro, ignorando o toldo, os três metros de distância permitidos por lei, a própria lei... Continue lendo →

Da metáfora à borboleta

Achei que estivesse morrendo, mas a mariposa só se debatia, arrependida pelas decisões erradas tomadas na véspera. Repousada, voo recolhido, descansou sob o sol, como que para pensar. Bateu as asas violentamente e foi embora. Já distante do chão, foi de... Continue lendo →

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