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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

novembro 2011

Reencontro

A metros do trabalho, estacionei o carro na praça que tenho chamado de minha. A necessidade de acender um cigarro era maior do que a vontade de chegar em casa. Não por nada, estava tudo bem. Sem grandes conquistas ou... Continue lendo →

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Nosso pior e melhor

É uma bipolaridade sem tamanho. A gente chora, a gente ri. Tudo em um mesmo dia. Às vezes, em um inimaginavelmente curto espaço de tempo. E a gente acha que acabou tudo para, depois, perceber que ainda nem começou direito. Aí... Continue lendo →

Na lama, no bar

O fundo do meu poço tinha cara de bar, cheiro de cigarro e gosto de uísque. O fundo do meu poço tinha som de banda de jazz e risos de amigos bêbados. Era povoado por criaturas interessantes que, às duas... Continue lendo →

Um prato que se come frio

E chega o dia – geralmente em uma terça feira de sol encoberto por nuvens – em que dá o fatídico estalo e, finalmente, nos perguntamos ‘o que raios estou fazendo aqui?’. E tudo aquilo que antes fazia chorar, vira... Continue lendo →

Omissão

Mantenho, sobre minha mesa de trabalho, post-its que não posso usar. Guardo comigo, lá no fundo, segredos que não devo contar. Retenho sentimentos que não consigo externar e contenho lágrimas que não ouso derramar. Amo sem poder a ninguém contar.... Continue lendo →

A carta

"7 de novembro. Fatídico 2011. Prezada, Minha nossa. Quando vi, tive certeza que não era coisa boa. Sabe quando um frio na espinha te diz aquilo que informação nenhuma dá? Simples intuição. Merda! Odeio quando ela acerta! Muda o dia,... Continue lendo →

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