O fundo do meu poço tinha cara de bar, cheiro de cigarro e gosto de uísque. O fundo do meu poço tinha som de banda de jazz e risos de amigos bêbados. Era povoado por criaturas interessantes que, às duas horas da manhã, jogavam “stop” em guardanapos apoiados no balcão molhado de cerveja.

O fundo do meu poço tinha eu. E, perturbadoramente, tinha você em cada rosto fitado de repente. O poço, na verdade, era só meu. Para todo o resto, era apenas mais um bar.

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