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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

janeiro 2012

Fugitiva

Substitui-te, todas as noites, pelo combo academia+Gabriel García Márquez. No caminho de volta para casa, ouço notícias. Quando na esteira ergométrica, assisto a seriados humorísticos. Evito canções. E não me identifico com nenhuma trama amorosa de nenhum Aureliano que habita as páginas de Cem... Continue lendo →

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Pé no freio

A verdade é que fiquei assustada pelo rumo que as coisas estavam tomando. Diferentemente das outras tantas vezes - de sofrimento - em que pensei em me afastar de você, o afeto fazia-se cada vez mais presente e mais intenso. A... Continue lendo →

Espírito velho

Hoje é sexta feira. Não são nem nove da noite. Já estou na cama. De pijama. Com meu livro. E estou muito feliz. Poderia, do alto dos meus 22 anos, dizer que tenho trabalhado demais. Que estou cansada. Mas todos... Continue lendo →

Faria tudo de novo

Esqueço as lágrimas que, invisíveis, jorravam de dentro do peito. Apago a insegurança e a consciência do erro cometido por diversas vezes, sem o menor pudor. Perdoo a falta de atenção e carinho nos momentos que mais precisava. Relevo o... Continue lendo →

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