E quem diria que, na mais inesperada esquina da vida, encontraria um amigo de frustrações.
As questões, tão diferentes, se fazem iguais – por pertencerem ao coração.
O que queremos, não podemos ter. Coisas da vida, merdas do cotidiano.
E nas rápidas muitas horas de goles gelados de cerveja descendo áspera pela garganta em uma tarde de muito calor, disparo e ouço conselhos desesperados.
Confusos, confiamos segredos no ombro amigo e tomamos a decisão de dar um enorme passo – aquele, nem sempre favorito, que consideramos “certo” (seja lá o que isso quer dizer).
Deixamos o tempo passar. Apoiamos para não cair, torcendo para que o próximo bar seja regado a menos drama e melhores novidades.

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