Busca

Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

julho 2012

Queria ser Frida Kahlo ou Margaret Thatcher

Queria ser uma daquelas mulheres fortes, daquelas que são tema de livros, biografias, músicas, filmes, seriados, tudo para mostrar às outras mulheres – que não são tão fortes – como as coisas têm que ser. Mas não. Às vezes me faço forte... Continue lendo →

Anúncios

Da vida e suas tragicomédias

- Que graça teria nossa vida sem boas (leia-se trágicas, dramáticas e cômicas) histórias para contar e ouvir? - indaga meu amigo Salomão Penso, por alguns silenciosos segundos. Lembro da vez em que, a fim de paquerar o mocinho do... Continue lendo →

As simple as it gets

E aí a gente se desespera e liga pra tudo quanto é gente da já carimbada lista telefônica para ter certeza de que vai fazer alguma coisa diferente do que ir pra casa sozinha chorar as mágoas da decepção. E... Continue lendo →

Calúnia

Nota: da série 'Cartas que, desesperada, não mandei' Dar uma espairecida, tomar um ar. Essa ideia de errado, de "onde foi que eu me meti" me perturba cada vez mais e eu já não sei se quero de novo, se... Continue lendo →

Sem prosa, nem verso

Achei pedaços seus na minha bagunça. Uma agenda esquecida, um caderno em branco, um livro por ler, folhas rabiscadas de edição. A lembrança de um sorriso, um afago, um pegar de mãos. Foi arrumando o antigo quarto que badernei meu... Continue lendo →

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑