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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

agosto 2012

Fera, bruxa, anjo, mulher e mãe. Minha mãe.

Quando eu estava na primeira série do ensino fundamental, uma valentona mais velha me enforcou no ônibus escolar só porque eu estava lendo o jornalzinho da escola. Sim, eu era nerd. Ao lembrar-me do sufocamento chego a sentir calafrios. A... Continue lendo →

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No more sad refrains

Chega de trabalhar essa pauta. Parece programa sensacionalista. Se a dor tá acabando, arrumamos uma maneira de fazê-la voltar a habitar infinitas páginas em branco do Word. Aproveitamos um fiozinho de inspiração proveniente de uma grosseria, de um reencontro, de... Continue lendo →

Shame on us

Frases idiotas proferidas na mesa do bar. Mesmos conselhos e mesmas broncas. Nenhuma nova reação. Mania antiga de vomitarmos aos berros os erros cometidos. A culpa do monólogo cansativo é sempre atribuída à bebida - seja ela uísque, vinho, cerveja ou suco... Continue lendo →

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