Frases idiotas proferidas na mesa do bar.
Mesmos conselhos e mesmas broncas.
Nenhuma nova reação. Mania antiga de vomitarmos aos berros os erros cometidos.
A culpa do monólogo cansativo é sempre atribuída à bebida – seja ela uísque, vinho, cerveja ou suco de melancia com gelo.
Vacilamos de novo por sermos jovens, nossos impulsos nos movem, agimos sem pensar. Quem nunca, né?
Mas o buraco passa a ser mais embaixo. Porque o problema aqui, meu amigo, é “quem sempre”.

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