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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

novembro 2012

Começo, meio e fim

Era o destinatário de qualquer carta. Aceitava remetentes desconhecidos ou selos mal-colados em cartões postais de lugares que nunca iria conhecer. Só sonhava com montanhas quando estava na praia, só gostava do sol quando caía a chuva, só queria caminhar... Continue lendo →

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Vida de agora

A gente se encolhe e se enfia na concha, não deixa a onda levar, não deixa a brisa bater, não deixa o sol queimar. Tudo o que fazemos é reclamar. Menina, chega de tentar. Vai lá conseguir, vá se machucar,... Continue lendo →

Mulher mexicana

Ser revolucionária não é beijar homens e mulheres, fumar maconha na praça, ter 'trabalhos de homem', mostrar o corpo sem querer dizer que se insinua, ter nome de fruta ou tatuar o orifício anal. Ser a frente de seu tempo,... Continue lendo →

Triste tarde

Passei a tarde toda admirando folhas caírem de suas árvores no meio da praça. A bebê gordinha, de quase dois anos, usava conjunto quentinho de calça e blusa rosas. Só as xuxinhas nos cabelos se viam brancas - como as... Continue lendo →

Apenas uma mensagem

E aí eu to sentada sozinha em um banco dessa praça em que essas crianças brincam e as pessoas passam e os poetas vendem suas dores e ideias e que, para muitos, trata-se apenas de um pedaço de papel menos... Continue lendo →

Carta aberta a mim mesma

Querida Ana, Hoje é dia 6 de novembro de 2012. Você (ou eu, não sei direito como mencionar-nos) está no México, vivendo na casa da Linda, estudando espanhol. No último mês, Ana, você descobriu que, metaforicamente falando, há vida após a... Continue lendo →

Hoje é domingo, pede cachimbo…

...O buraco é fundo, acabou-se o mundo. Ficou bebadinha no almoço de família e confessou ao primo de segundo grau os sonhos eróticos que andava tendo. A tia brigou com o tio, que ofendeu a vó ao criticar sua comida... Continue lendo →

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