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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

dezembro 2012

Vem, 2013!

Incrível, agora, é escrever sem sentir dor. Impressionantes são as visitas cada vez maiores em meu blog - que já não espreme todo o sangue de um coração partido e moído e pisado. Interessante é perceber que felicidade também vende,... Continue lendo →

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Pausa

- você não tem escrito? - não, eu tenho vivido.

A um novo estranho, velho conhecido

Quem diria que um dia esta criatura que hoje brilha de felicidade e conquista a cada dia seu espaço, um dia foi "meu feto". Tenho acompanhado sua trajetória assim, meio de longe. Sabendo da sua vida por facebook, tentando entender... Continue lendo →

Se amar fosse doce

Se deixar para lá fosse um esporte, teria fôlego para muitas rodadas. Mesmo sabendo que certamente perderia algumas. Então vem. Faz um estrago na minha vida. Encanta minha rotina. Dá vida ao meu acordar. Só peço que, por carinho ou... Continue lendo →

Facebookcídio

A gente vive em cidade pequena e reaprende a conectar sem presença de tecnologia, a curtir sem apertar um botão, registrar sem fazer check-in, estar junto sem tagar em fotos, aproveitar sem flashs e ter uma história incrível para contar... Continue lendo →

Seja o que Deus quiser

Esta cidade mexeu comigo. As pessoas também. Mas, a esta altura do campeonato, já tinha experiência suficiente para saber que não posso me deixar levar pela emoção. Não outra vez. Nunca fui muito religiosa, para desgosto de minha avó, tampouco... Continue lendo →

Mal entendido

A culpa poderia ser sua se estivesse presente naquela hora e naquele lugar. A culpa seria do padeiro, do mesário, motorista ou carteiro. Se lá estivesse o maestro, o músico, o professor ou o leiteiro. Ah, seria certeiro. O banhista,... Continue lendo →

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