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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

julho 2013

Uma carta e qualquer órgão que você precisar

Tem gente que te vê amarelo. Eu te vejo lindo. Tem gente que fala com você com pesar. Eu pergunto as novidades e, por tanto te conhecer, estou preparada para qualquer reação vezes exagerada e precavida que você pode ter.... Continue lendo →

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Carta para o leito 550-2

Não sei se eu já te contei isso, pai, mas eu falo de você para todo mundo. Minhas antigas chefes, se pudessem, teriam te contratado. Para elas, a minha capacidade de trabalho sob pressão e qualidade nos textos era reflexo... Continue lendo →

Despedida

Mesmo tendo certeza absoluta de que havia tomado a decisão certa, sentei na cama e chorei. Simplesmente chorei toda a saudade que tinha sentido de minha família. Chorei a força que tive que ter, as barras que tive que enfrentar... Continue lendo →

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