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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

setembro 2013

Proibido chorar em horário de trabalho

Me deu uma vontaaade de chorar. Mas era segunda-feira e o trabalho com menos uma jornalista na redação estava fervendo. O mundo do mercado imobiliário me esperava, com suas grosserias e esperas infinitas ao telefone, com má vontade de responder... Continue lendo →

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Escena

Agarrou afoita e cuidadosamente as mãos enrugadas pela velhice. Envolveu as costas curvadas como quem ajeita o travesseiro antes de dormir: tarefa simples, porém essencial para o descansar pleno. Apertou um lábio contra o outro como quem segura a fala,... Continue lendo →

Faz um tempo, eu quis fazer uma canção pra você viver mais

Eu tinha um medo incondicional de que alguma coisa, um dia, acontecesse com você. Dizem que, quando nascemos, no fundo sabemos o nosso destino e as dores pelas quais passaremos. Se for verdade, talvez fosse só minha memória irracional me... Continue lendo →

De: Marvin Spock Para: Marília

Marília, meu mar, minha ilha. Esta já é a vigésima nona carta que te mando. O dobro da minha idade. Números redondos que não existem. Não desistirei, porém. Há pessoas que cruzam nossos caminhos por algum nobre motivo que o... Continue lendo →

Keep moving forward

Essa dor silenciosa é a pior dor que tem. É morrer por dentro cada dia um pouquinho. A cada semáforo vermelho, a cada chá preto, a cada nova música. É estar mal o tempo todo em que se está bem.... Continue lendo →

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