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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

março 2014

Gratidão

Me lembro muito bem daquela tarde, em que sentei, trêmula, na varanda. Abri o refrigerante ruim, sem marca, sem gás, sem gelo. Bebi como se fosse rum. Acendi seu cigarro forte, mentolado, demasiado. Fumei o maço todo. Perdi o pudor,... Continue lendo →

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Referências

Xeretando velhos e-mails - veja bem, o tipo de coisa que não se pode fazer depois da meia-noite, muito menos em dias propícios a procurar no youtube a cara feia do Abujamra (se é que é assim que se escreve)... Continue lendo →

Fundidos

*texto baseado em lembranças sonadas de uma vida inventada e no romance Febre, de Renato Essenfelder - cuidado, leitores: pode conter spoilers ........ Talvez ele tenha se matado, pensei. Talvez fosse eu, naqueles tempos, tivesse me matado também. Senti vergonha,... Continue lendo →

Vaidade

Ele era namorado, ficante, rolo e peguete de uma amiga. Então acho que isso não conta muito. Mas foi a primeira vez que fui reconhecida como a autora do Escrevo, depois apago. A tiete parecia eu. Sorriso de orelha a... Continue lendo →

La primera vez que María vio el mar

Nota: texto feito durante minha estadia no México. Não reparem em erros ortográficos espanhóis. Eu tava aprendendo, gente. 😉 Hacía dos años que yo estaba trabajando en el periódico. Como era el comienzo de mi vida profesional, no podía elegir... Continue lendo →

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