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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

agosto 2014

Tudo que vai

Gosto de ser a pessoa que vai. Aquela cuja única tarefa dolorosa é anunciar sua partida. Que pode, sim, verter sinceras lágrimas, rapidamente enxutas pela ânsia do novo, pela magia do desconhecido. A pessoa que vai pode até olhar para... Continue lendo →

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Prova de amor

Sem saber em quem colocar a culpa, oscilo entre “a vida é muito louca” e “somos todos muito covardes”. Talvez as duas afirmações sejam verdadeiras. Ou nenhuma das alternativas acima. Não é como vestibular, de todas as maneiras. A vida... Continue lendo →

Muda

Lições que apenas uma semana sem voz pode ensinar: 1- não adianta competir. não ganha a discussão quem tem o melhor argumento, mas quem fala mais alto. 2- não vale a pena forçar a voz por coisas pequenas ou sem... Continue lendo →

Pai. Do verbo ‘insubstituível’

a dor dói menos mesmo. como todo mundo disse que aconteceria. todo mundo com um mínimo de sensatez, né? o que mais me irritava quando você lá estava, já não sabendo direito que dia era (felizmente sem nunca esquecer-nos) e... Continue lendo →

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