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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

outubro 2014

That’s Thata

she tells me her stories like it was a movie
she listens to mine
she lights up the room with her smile
she lives like a rockstar
always shining bright in her private sky
she rules my world and I know it’s for good
she earned my trust with no need for prove
she changes my path as she is my destiny
and I’m not afraid to hit the bottom anymore
we make it through life as we were canoeing (she paddles – while I rest -, then I paddle – while she rests -, then she paddles…non stop)
she’s the strongest one, though almost no one knows it
even if the floor is crumbling down she’s always alive
she’s a friend and a sister
and I know it’s for a lifetime
I’ll hold her heart like it was my own
she’s my person
and I love her so

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S.O.S.

“tô precisando de ajuda”, disse.
foi a primeira vez em muito tempo que deixou sair todo o desespero.
soou brando, doce e sincero.
mas era dolorido, veloz, fatal.
incontolável, triste, choroso, moroso, agudo, azedo, difícil.
era chato, impróprio, atrapalhava, matava, espatifava, envergonhava.
tinha medo, amor e dor. tinha história – começo, meio e fim -. e tinha queda. livre.
não tinha paraquedas, não tinha manual, não tinha instrução.
não tinha mapa, nem botas, nem água.
não tinha colchão, amortecedor, travesseiro.
não dormia. só sonhava. e acordava. acabada.
não tinha comida. mas alimentava. de raiva, de dúvidas, de lágrimas.
pegou na mão, arrancou do coração. deitou no chão.
e passou. sempre na contramão.

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