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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

mês

fevereiro 2017

tá nublando a nuvem dos olhos. o cinza é clarinho e o sol ainda se vê ao longe. o mundo é muito grande. e tem tanto problema maior do que o meu. injusto é deixar a inocência deitada na cama, vítima... Continue lendo →

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Aqui vamos nós outra vez

Achei que o coração tava quebrado. Até batia, mas nada sentia. Apanhou, apanhou, apanhou. Atacar ele até tentou. Mas caiu. Desajeitado. Pobre, pobre coitado. Num potinho feito de gelo ele descansa sem demora. Não tá nem aí pra vida lá... Continue lendo →

Amigos, amigos… Facadas à parte.

comecei a chamar a menina de traíra, veja bem, sem que ela me tenha feito nada. absolutamente nada. bem, nada diretamente, né? porque magoar amigo é magoar-me duas vezes. traição, então, nem se fala. que a gente passa uma vida... Continue lendo →

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