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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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Analisar-te-ei

Amigos, amigos… Facadas à parte.

comecei a chamar a menina de traíra, veja bem, sem que ela me tenha feito nada. absolutamente nada. bem, nada diretamente, né? porque magoar amigo é magoar-me duas vezes. traição, então, nem se fala. que a gente passa uma vida... Continue lendo →

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Raio-X

era uma menina. sentada na sarjeta. testa nos joelhos. mãos entrelaçadas. era uma menina. cabelos presos. fios naturalmente caindo sobre as costas. era uma menina. sapatos baixos e vermelhos. calças sem barra varrendo o medo do asfalto. era só uma... Continue lendo →

Quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu

Luiz morreu aos 54 anos. Refeições gordurosas regadas a cerveja, vinho e uísque da melhor qualidade provavelmente destruíram seu fígado. Mesmo sabendo de sua condição genética - a mãe de Luiz morreu de cirrose sem nunca ter bebido uma gota... Continue lendo →

Muda

Lições que apenas uma semana sem voz pode ensinar: 1- não adianta competir. não ganha a discussão quem tem o melhor argumento, mas quem fala mais alto. 2- não vale a pena forçar a voz por coisas pequenas ou sem... Continue lendo →

Correio (des)elegante

Dá um friozinho na barriga. Liga pra amiga. Sorri. Dá pequenos pulinhos sem sair do lugar. Ele respondeu. E ela, prestes a abrir a mensagem, o coração e a vida, trava. Os dedos, em posição de ataque ao mouse, param... Continue lendo →

Desastre natural

Você foi terremoto, seguido de tsunami, seguido de furacão - que era para ter certeza que havia despedaçado toda minha cidade de vidro. Não deu tempo de evacuar prédios, casas, artérias e corações. Não deu tempo de nada. Correu quem... Continue lendo →

Fundidos

*texto baseado em lembranças sonadas de uma vida inventada e no romance Febre, de Renato Essenfelder - cuidado, leitores: pode conter spoilers ........ Talvez ele tenha se matado, pensei. Talvez fosse eu, naqueles tempos, tivesse me matado também. Senti vergonha,... Continue lendo →

Vaidade

Ele era namorado, ficante, rolo e peguete de uma amiga. Então acho que isso não conta muito. Mas foi a primeira vez que fui reconhecida como a autora do Escrevo, depois apago. A tiete parecia eu. Sorriso de orelha a... Continue lendo →

Seca

Me deu vontade de escrever. Só não sabia sobre o quê. A sensação é a mesma que antecede o choro. Nó na garganta, invenção de motivo, lembranças passadas, nostalgia proposital, seleção de músicas que mexem. Deu vontade de ter tanto... Continue lendo →

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