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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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Contos de depois da meia-noite

Copiloto

Tem gente que parece que entra na vida da gente só para fazer bem. Parece que aparece só para nos fazer acreditar que podemos fazer mais e melhor e ser mais e melhor. É para esse tipo de gente que... Continue lendo →

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Convulsa

Pisei na bosta enquanto era apunhalada pelas costas depois de um momento constrangedor e um teste de caráter/camaradagem/mesmo time meio que hétero, meio que gay porque na hora h bem capaz que pegasse a Maria Gadú meu gosto musical é muito... Continue lendo →

Referências

Xeretando velhos e-mails - veja bem, o tipo de coisa que não se pode fazer depois da meia-noite, muito menos em dias propícios a procurar no youtube a cara feia do Abujamra (se é que é assim que se escreve)... Continue lendo →

Fundidos

*texto baseado em lembranças sonadas de uma vida inventada e no romance Febre, de Renato Essenfelder - cuidado, leitores: pode conter spoilers ........ Talvez ele tenha se matado, pensei. Talvez fosse eu, naqueles tempos, tivesse me matado também. Senti vergonha,... Continue lendo →

La primera vez que María vio el mar

Nota: texto feito durante minha estadia no México. Não reparem em erros ortográficos espanhóis. Eu tava aprendendo, gente. 😉 Hacía dos años que yo estaba trabajando en el periódico. Como era el comienzo de mi vida profesional, no podía elegir... Continue lendo →

Descoberta

Eu, sinceramente, achei que tinha superado. Mas seguia comendo chocolate. Demais. Evitava o espelho. Mudei o cabelo. Quebrei o joelho. E precisei me apaixonar perdidamente por um personagem de televisão. Para entender-te. Me entender. Demorei, sabia? Para sacar o envolvimento.... Continue lendo →

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