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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

Categoria

Drama Queen

eu remo, tu remas

Errei o caminho três vezes Cheguei e já não tinha vaga Rodei e rodei e rodei Parei Cabeça apoiada no volante As pernas já não tinham forças para sair Saí assim mesmo Cambaleei Não entendi uma palavra proferida a mim... Continue lendo →

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fênix

Todo mundo dorme lá dentro. Um amontoado de corpos etílicos, cansados de extravasar. Aqui fora sou eu. Como só eu conheço. Peço licença pra lua, que gentilmente ilumina um pedaço de papel amassado de quem não consegue despejar o desespero... Continue lendo →

Sobre Elena Ferrante e a montanha-russa da vida

Me vi passando por um momento desses meio blá. Faz tempo que não escrevo. Tem muito texto na pasta de rascunhos, mas esses me parecem obsoletos, já não me representam. Com os amigos, a sensação é parecida. Não me leve... Continue lendo →

Raiva

Realmente me deu vontade de chorar. Não fosse meu orgulho, todo o lamento preso com aperto no meio do peito rolaria, salgado, bochechas abaixo. Acho que seria daquele tipo de choro de criança cansada, que faz bico e barulho e... Continue lendo →

Eu quero é botar meu bloco na rua

Em versos desprovidos de rima, banhados de rítmica melodia, me recuso a passar pelo mesmo infortúnio que me trouxe até aqui. Tantos parágrafos tingidos de sangue de duas esferas cansadas de chorar. É vomitar verde quando já não se tem... Continue lendo →

Felicidade sim

Reconheci a tristeza no olhar baixo, sorriso pesado e caminhar lento. Reconheci-a na lerdeza do teclar, no penteado desajeitado, na falta de se arrumar. Na falta de inspiração, ah, ela estava lá. Não tinha ânsia de mudar, acordar, comemorar. Até... Continue lendo →

Desastre natural

Você foi terremoto, seguido de tsunami, seguido de furacão - que era para ter certeza que havia despedaçado toda minha cidade de vidro. Não deu tempo de evacuar prédios, casas, artérias e corações. Não deu tempo de nada. Correu quem... Continue lendo →

Referências

Xeretando velhos e-mails - veja bem, o tipo de coisa que não se pode fazer depois da meia-noite, muito menos em dias propícios a procurar no youtube a cara feia do Abujamra (se é que é assim que se escreve)... Continue lendo →

Fundidos

*texto baseado em lembranças sonadas de uma vida inventada e no romance Febre, de Renato Essenfelder - cuidado, leitores: pode conter spoilers ........ Talvez ele tenha se matado, pensei. Talvez fosse eu, naqueles tempos, tivesse me matado também. Senti vergonha,... Continue lendo →

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