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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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Quem conta um conto aumenta um ponto

Eu Android, você iPhone

Te conheci numa dessas festas em que eu não deveria estar. Conversando com gente desinteressante e bebendo um drink cujo nome jamais saberei pronunciar, mas que tinha um sabor meio assim, de amora, que me fez repensar todo álcool de... Continue lendo →

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Feriado

Meu deus, tô bêba. Mas num é um bêba bão, gracioso. Acho que vô vomitá. Seu moço, manera aí nas curva, que tô sentindo uma coisa aqui na garganta. E não tem gosto bom não. Bebi o quê, jesus? Uma... Continue lendo →

A história de Maria: quem disse que um versinho não daria?

Maria morreu aos 86 anos. Uma veia entupida fez seu coração parar de bater. Maria fazia check-up a cada seis meses, usando o convênio de idosos que um médico também idoso recomendou. Morava na mesma casa há 50 anos. Foi... Continue lendo →

De mentirinha

Sento para fazer xixi e finjo ser entrevistada por Marília Gabriela (a versão do GNT). Uso tailler estilo Sandra Bullock em “A Proposta”, estou gata. Cabelos soltos e cacheados. Morena. Bem maquiada, porém suave. Iluminada. Linda. Falo com graciosidade e... Continue lendo →

Fundidos

*texto baseado em lembranças sonadas de uma vida inventada e no romance Febre, de Renato Essenfelder - cuidado, leitores: pode conter spoilers ........ Talvez ele tenha se matado, pensei. Talvez fosse eu, naqueles tempos, tivesse me matado também. Senti vergonha,... Continue lendo →

La primera vez que María vio el mar

Nota: texto feito durante minha estadia no México. Não reparem em erros ortográficos espanhóis. Eu tava aprendendo, gente. 😉 Hacía dos años que yo estaba trabajando en el periódico. Como era el comienzo de mi vida profesional, no podía elegir... Continue lendo →

Minha pauta, minha vida

Jornalista vai ao supermercado com caderninho e credencial. Interroga o moço das frutas, relata na mente o preço do feijão e tem ideia de pauta enquanto checa a quantidade de gordura saturada na tabela nutricional do miojo. Jornalista vai à... Continue lendo →

Escena

Agarrou afoita e cuidadosamente as mãos enrugadas pela velhice. Envolveu as costas curvadas como quem ajeita o travesseiro antes de dormir: tarefa simples, porém essencial para o descansar pleno. Apertou um lábio contra o outro como quem segura a fala,... Continue lendo →

Seja o que Deus quiser

Esta cidade mexeu comigo. As pessoas também. Mas, a esta altura do campeonato, já tinha experiência suficiente para saber que não posso me deixar levar pela emoção. Não outra vez. Nunca fui muito religiosa, para desgosto de minha avó, tampouco... Continue lendo →

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