Vaidade

Ele era namorado, ficante, rolo e peguete de uma amiga. Então acho que isso não conta muito. Mas foi a primeira vez que fui reconhecida como a autora do Escrevo, depois apago. A tiete parecia eu. Sorriso de orelha a orelha, sem conseguir esboçar uma reação madura e segura de quem escreve de nariz empinado … Mais Vaidade

Seca

Me deu vontade de escrever. Só não sabia sobre o quê. A sensação é a mesma que antecede o choro. Nó na garganta, invenção de motivo, lembranças passadas, nostalgia proposital, seleção de músicas que mexem. Deu vontade de ter tanto para dizer que os dedos não acompanham, se machucam, quebram teclados e lotam páginas e … Mais Seca

Então é saudade

Você adorava quando eu conseguia expor de maneira engraçada e vezes sarcástica o cotidiano de nossa família maluca. O texto ficava ainda melhor quando não envolvia o seu lado, pegando no pé apenas do estresse da mamãe, da mania de exagero dos Flore e da bagunça em que esta combinação de pessoas resultava. O “Então … Mais Então é saudade

Back then

we used to sit on the second, maybe third, step of that stair. and we used to stare at the cold night while smoking our cigarettes. We would rather wait for some of us to get really really cold or scared by the black night and then we would go inside the house, we would … Mais Back then

Mesmo sem sentido

Já não encontro com amigos. Estou cansada. Dá preguiça de ir longe. Ou perto. Só preparar mesmo alguma coisinha em casa. Mas vai até que horas? Eu acordo cedo. Cedo? Eu tenho é que madrugar para dar conta de fazer exercício físico. Sabe como é…qualidade de vida. Qualidade de quê? Isso não pode ser vida. … Mais Mesmo sem sentido

Eu venci

Nota: da série ‘rascunhos – textos velhos que aproveitamos como novos quando a vida não nos deixa escrever’ É chegado o momento do ‘não dá mais’. É chegada a hora de tomar decisões mais relevantes do que Serra Malte ou Original, bolinho de carne seca ou pastel de queijo, salada ou macarrão, de atum ou de … Mais Eu venci