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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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Uma caneta um tinteiro um envelope e um cartão

forget

Você nunca foi assim. De não resolver as coisas. Pelo contrário, foi você que me ensinou a falar. Mas ontem. Ontem você foi cruel. E aí você esqueceu. Não é que não quis. Ou não tava no clima. Ou inventou... Continue lendo →

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Pedaço quebrado de mim

Tenho sentido um incômodo, uma coisa ruim. Uma sensação esquisita de estranhamento, de perder a base, de perder o chão. De não me reconhecer ou reconhecer o outro em quem o outro era ou significava para mim. E tenho usado... Continue lendo →

A Cura

- Eu nunca achei que você fosse ser assim - Assim como? - Assim... Melosa, grudenta, cheia de mimimi Eu também não. Nunca achei. Nunca fui. Jamais pensei que fosse sentir saudades de alguém antes mesmo da ausência. Não sabia... Continue lendo →

Lar

Quando eu era pequena, era batata: todo carnaval, ano novo, feriados, aniversários e fins de semana eram lá. Minha mãe preparava as malas, meu pai fazia mágica para fazer caber todos os apetrechos em um porta-malas apertado e logo a... Continue lendo →

Ler é o melhor remédio

Lá fui eu para o primeiro e muito esperado dia de treinamento. É claro que eu sentia medo. No curso, demorado por demais e necessário por demais, sabiamente nos alertaram sobre tudo que poderia acontecer. Desde sorrisos que serão lembrados... Continue lendo →

Destilado do papel

Gosto de sofrer um pouco. Tristeza que destila, destila, fermenta e vira inspiração. Se transforma em palavras que abraçam, afagam o coração. Frases e pontos e vírgulas que se alinham sem o cérebro conseguir acompanhar. Sento no escuro, no macio... Continue lendo →

Pode beijar a noiva

Teus olhos brilhavam, sorriam teus lábios tensos. As mãos não se desgrudavam nem por um segundo, dedão com dedão fazendo movimentos circulares para ver se o ciclo começava ali mesmo ou se era só alucinação. Teus pés bailavam uma espécie... Continue lendo →

Re(escrever)

a passos curtos e vagarosos se reconheceu no olhar no outro fresco, certeiro. mas muito conhecido velho amigo de nunca antes varreu a poeira para debaixo do tapete migalhas de projetos parados sonhos esquecidos talento inexplorado tomou coragem e um... Continue lendo →

Mês do Desgosto

Estava vendo TV quando me contaram o que aconteceu. Acordei e vi no celular a temida notícia. Era madrugada e eu sonhava com vacas quando o telefone tocou. Acabara de abundar-me na cadeira do bar quando atendi a ligação. E, com... Continue lendo →

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