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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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sétima arte

Andei, observei, me irritei com as pessoas que riam, sem entender nada daquilo tudo. Prestei atenção mesmo assim. Senti cada palavra. Senti a dor. A angústia. O sofrimento que é só meu e tão comum a todos os seres humanos.... Continue lendo →

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Raiva

Realmente me deu vontade de chorar. Não fosse meu orgulho, todo o lamento preso com aperto no meio do peito rolaria, salgado, bochechas abaixo. Acho que seria daquele tipo de choro de criança cansada, que faz bico e barulho e... Continue lendo →

Beca, capelo e canudo

Vamos nos desesperar, achando que nos falta capacidade. Chegaremos a questionar escolhas e caminhos que fizemos. E vamos temer o futuro (ou a falta dele). Vamos nos conhecer cada vez mais e mais profundamente e, em determinado momento, nos assustaremos... Continue lendo →

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