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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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Segunda feira

O celular não vibra, o tempo não passa, a vontade não chega. O ânimo dorme, o sono se esconde, a pressão baixa. O trabalho não rende, a leitura não vinga, a programação só piora. O jornal não chegou, o rádio... Continue lendo →

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Pé no freio

A verdade é que fiquei assustada pelo rumo que as coisas estavam tomando. Diferentemente das outras tantas vezes - de sofrimento - em que pensei em me afastar de você, o afeto fazia-se cada vez mais presente e mais intenso. A... Continue lendo →

Faria tudo de novo

Esqueço as lágrimas que, invisíveis, jorravam de dentro do peito. Apago a insegurança e a consciência do erro cometido por diversas vezes, sem o menor pudor. Perdoo a falta de atenção e carinho nos momentos que mais precisava. Relevo o... Continue lendo →

Nosso pior e melhor

É uma bipolaridade sem tamanho. A gente chora, a gente ri. Tudo em um mesmo dia. Às vezes, em um inimaginavelmente curto espaço de tempo. E a gente acha que acabou tudo para, depois, perceber que ainda nem começou direito. Aí... Continue lendo →

Apontamentos sobre alguém que não conheci

Letras na parede para melhor visualizar a imaginação. Quando as ideias são tantas, o autor não se contenta com apenas caneta e papel como extensão do trabalho ininterrupto de um cérebro repleto de personagens. O café já não faz mais... Continue lendo →

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