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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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cigarro

Eu Android, você iPhone

Te conheci numa dessas festas em que eu não deveria estar. Conversando com gente desinteressante e bebendo um drink cujo nome jamais saberei pronunciar, mas que tinha um sabor meio assim, de amora, que me fez repensar todo álcool de... Continue lendo →

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Get back to where you once belonged

Nota: texto originalmente escrito para o blog 'Insana Mente Sã' Tô passando a vez. E não volto mais atrás. O papinho mentiroso de solitário e dependente já não cola mais. Pouco a pouco vou desconstruindo sua imagem, desacreditando de toda... Continue lendo →

I’m back, bitch

Achei que minha fase de páginas de Word preenchidas por vírgulas, confissões, interrogações, reticências, pontos finais e divagações havia chegado ao fim. Cigarro, uísque, vinho. Mesma praça, mesmo carro, mesmo choro. Nada. Novos pensamentos, músicas, livros, filmes e peças. Outras... Continue lendo →

Não há noite longa que não encontre o dia

Dormiu o melhor dos sonhos. Caiu nos braços de Morfeu e este, desta vez, não era gostoso, não tinha os braços fortes ou o dorso torneado. Era mais como colo de vó ou edredom quentinho e macio numa noite de... Continue lendo →

Vai passar

Vai passar porque a vida continua, o trabalho exige, os boletos vencem e o estômago ronca. Vai passar porque o fígado reclama e as lágrimas secam. Mesmo que nada mais faça sentido, vai passar porque o sol ainda nasce, a... Continue lendo →

Espírito velho

Hoje é sexta feira. Não são nem nove da noite. Já estou na cama. De pijama. Com meu livro. E estou muito feliz. Poderia, do alto dos meus 22 anos, dizer que tenho trabalhado demais. Que estou cansada. Mas todos... Continue lendo →

Leia-me

Nota: este texto é uma reedição (da série 'E-mails que, desesperada, mandei') Você me dá vontade de voltar a fumar, que é pra ver se supre de alguma maneira, se alivia essa tensão que mistura ansiedade com angústia. E aí... Continue lendo →

Autoajuda

Se quiser me entender, não desconsidere textos passados, por mais que o novo os contradiga. Oscilo. É surpreendente a capacidade que tenho de ir de um extremo a outro em uma única virada de página. Minhas estratégias textuais já não existem - são baseadas em ironia, lugar-comum... Continue lendo →

E que seja novo. Amém!

Chega de 2011 – que já se arrasta, carregando um pesado fardo nas costas. Chega desse lenga lenga, dessa falsa expectativa e chega, de uma vez por todas, da ilusão que me assola todo final de tarde e em toda... Continue lendo →

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