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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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dor

Raio-X

era uma menina. sentada na sarjeta. testa nos joelhos. mãos entrelaçadas. era uma menina. cabelos presos. fios naturalmente caindo sobre as costas. era uma menina. sapatos baixos e vermelhos. calças sem barra varrendo o medo do asfalto. era só uma... Continue lendo →

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Entorpece

quero sentir aquilo de novo. dor misturada com prazer que misturada com dor vicia mais que cocaína. adrenalina. canabis injetada na veia. efeito purpurina. cerveja com gosto de champagne, chuchu que parece chocolate, alface com gosto de aipim. combinação que... Continue lendo →

S.O.S.

“tô precisando de ajuda”, disse. foi a primeira vez em muito tempo que deixou sair todo o desespero. soou brando, doce e sincero. mas era dolorido, veloz, fatal. incontolável, triste, choroso, moroso, agudo, azedo, difícil. era chato, impróprio, atrapalhava, matava,... Continue lendo →

Pai. Do verbo ‘insubstituível’

a dor dói menos mesmo. como todo mundo disse que aconteceria. todo mundo com um mínimo de sensatez, né? o que mais me irritava quando você lá estava, já não sabendo direito que dia era (felizmente sem nunca esquecer-nos) e... Continue lendo →

Correio (des)elegante

Dá um friozinho na barriga. Liga pra amiga. Sorri. Dá pequenos pulinhos sem sair do lugar. Ele respondeu. E ela, prestes a abrir a mensagem, o coração e a vida, trava. Os dedos, em posição de ataque ao mouse, param... Continue lendo →

Keep moving forward

Essa dor silenciosa é a pior dor que tem. É morrer por dentro cada dia um pouquinho. A cada semáforo vermelho, a cada chá preto, a cada nova música. É estar mal o tempo todo em que se está bem.... Continue lendo →

Se amar fosse doce

Se deixar para lá fosse um esporte, teria fôlego para muitas rodadas. Mesmo sabendo que certamente perderia algumas. Então vem. Faz um estrago na minha vida. Encanta minha rotina. Dá vida ao meu acordar. Só peço que, por carinho ou... Continue lendo →

Sem prosa, nem verso

Achei pedaços seus na minha bagunça. Uma agenda esquecida, um caderno em branco, um livro por ler, folhas rabiscadas de edição. A lembrança de um sorriso, um afago, um pegar de mãos. Foi arrumando o antigo quarto que badernei meu... Continue lendo →

Facada

E cadê você agora, para sossegar o aperto no peito e fazer passar a dor aguda, dilacerante, cortante, insuportável? Cadê você com o papo de “estarei aqui para o que precisar”? Era tudo mentira. Paixão passageira. Manchada de egoísmo. Alicerce... Continue lendo →

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