Calúnia

Nota: da série ‘Cartas que, desesperada, não mandei’ Dar uma espairecida, tomar um ar. Essa ideia de errado, de “onde foi que eu me meti” me perturba cada vez mais e eu já não sei se quero de novo, se não quero mais. Hoje você tava chato e eu me pergunto se você é assim … Mais Calúnia

Leia-me

Nota: este texto é uma reedição (da série ‘E-mails que, desesperada, mandei’) Você me dá vontade de voltar a fumar, que é pra ver se supre de alguma maneira, se alivia essa tensão que mistura ansiedade com angústia. E aí eu percebo que fiz aquilo que prometi que não faria, desde o começo. Aquilo que … Mais Leia-me

Quando o certo é o errado e o errado é o certo

E aí que, depois de tanta (des)ilusão,  resolvi deixar minha rebeldia amorosa de lado e abri a porteira do coração (olha que lindo!) pro certinho, bonitinho, aquele que tem futuro, a quem minha mãe amaria chamar de genro, leal, fiel. O certo. É, ‘cuspi pra cima e caiu bem no meio da testa’, como diria minha astuta avó. Pois é, … Mais Quando o certo é o errado e o errado é o certo

Proibido

É para ser filha da puta? Então seja filha da puta direito, daquelas dignas de apanhar com razão, sem dó de puxar o brinco de argola e arrancar tufos de cabelo. É para ser amante? Então é para ser amante direito, daquelas merecedoras de tórridas noites proibidas e não apenas nhem nhem nhem. É para … Mais Proibido