As simple as it gets

E aí a gente se desespera e liga pra tudo quanto é gente da já carimbada lista telefônica para ter certeza de que vai fazer alguma coisa diferente do que ir pra casa sozinha chorar as mágoas da decepção. E aí a gente aceita convites de última hora e até se diverte, mas não consegue … Continue lendo As simple as it gets

Calúnia

Nota: da série 'Cartas que, desesperada, não mandei' Dar uma espairecida, tomar um ar. Essa ideia de errado, de "onde foi que eu me meti" me perturba cada vez mais e eu já não sei se quero de novo, se não quero mais. Hoje você tava chato e eu me pergunto se você é assim … Continue lendo Calúnia

Leia-me

Nota: este texto é uma reedição (da série 'E-mails que, desesperada, mandei') Você me dá vontade de voltar a fumar, que é pra ver se supre de alguma maneira, se alivia essa tensão que mistura ansiedade com angústia. E aí eu percebo que fiz aquilo que prometi que não faria, desde o começo. Aquilo que … Continue lendo Leia-me

Proibido

É para ser filha da puta? Então seja filha da puta direito, daquelas dignas de apanhar com razão, sem dó de puxar o brinco de argola e arrancar tufos de cabelo. É para ser amante? Então é para ser amante direito, daquelas merecedoras de tórridas noites proibidas e não apenas nhem nhem nhem. É para … Continue lendo Proibido