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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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errado

As simple as it gets

E aí a gente se desespera e liga pra tudo quanto é gente da já carimbada lista telefônica para ter certeza de que vai fazer alguma coisa diferente do que ir pra casa sozinha chorar as mágoas da decepção. E... Continue lendo →

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Calúnia

Nota: da série 'Cartas que, desesperada, não mandei' Dar uma espairecida, tomar um ar. Essa ideia de errado, de "onde foi que eu me meti" me perturba cada vez mais e eu já não sei se quero de novo, se... Continue lendo →

Leia-me

Nota: este texto é uma reedição (da série 'E-mails que, desesperada, mandei') Você me dá vontade de voltar a fumar, que é pra ver se supre de alguma maneira, se alivia essa tensão que mistura ansiedade com angústia. E aí... Continue lendo →

Enquanto com for melhor que sem

Não aguento mais discutir o mesmo assunto over and over. As conversas viram monotemáticas demais até para mim, que não dispenso um debate sobre dor de amor. Os conselhos, que nem peço, já até decorei. “Larga esse filho da puta”,... Continue lendo →

Quando o certo é o errado e o errado é o certo

E aí que, depois de tanta (des)ilusão,  resolvi deixar minha rebeldia amorosa de lado e abri a porteira do coração (olha que lindo!) pro certinho, bonitinho, aquele que tem futuro, a quem minha mãe amaria chamar de genro, leal, fiel. O certo. É,... Continue lendo →

Proibido

É para ser filha da puta? Então seja filha da puta direito, daquelas dignas de apanhar com razão, sem dó de puxar o brinco de argola e arrancar tufos de cabelo. É para ser amante? Então é para ser amante... Continue lendo →

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