Busca

Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

Tag

escrita

O primeiro dia do resto da minha vida

O primeiro dia do resto da minha vida escritora foi quando sentei à frente do computador e escrevi sozinha minha primeira história. Não deu tempo de esperar a inspiração chegar. Algo tinha que ser entregue. Então entreguei. O primeiro dia do... Continue lendo →

Anúncios

e ponto.

conte-me tua vida. que encontro teu lide. te escrevo de cabo a rabo. te coloco entre vírgulas. te esqueço no final do segundo parágrafo sem perder o fio da meada pro início do terceiro. te perco entre minha pontuação. tão torta.... Continue lendo →

Remetente

tanta carta escrita, bilhete esboçado, coração rasgado. nunca nunca enviado. parece engasgado. empacado. doído. enquanto não despachado, arrasado, carcomido. sem coragem, amarela na gaveta aberta em madrugadas solitárias. quer criar asas, quer sair, quer sentir. ser sentida. carta não lida... Continue lendo →

I’m back, bitch

Achei que minha fase de páginas de Word preenchidas por vírgulas, confissões, interrogações, reticências, pontos finais e divagações havia chegado ao fim. Cigarro, uísque, vinho. Mesma praça, mesmo carro, mesmo choro. Nada. Novos pensamentos, músicas, livros, filmes e peças. Outras... Continue lendo →

Autoajuda

Se quiser me entender, não desconsidere textos passados, por mais que o novo os contradiga. Oscilo. É surpreendente a capacidade que tenho de ir de um extremo a outro em uma única virada de página. Minhas estratégias textuais já não existem - são baseadas em ironia, lugar-comum... Continue lendo →

Ao começo da boa saudade

Em um momento de quase insanidade mental, puro êxtase proveniente do falso sentimento de enfim liberdade das amarras da dor que havia sentido, puxei o envelope que há muito habitava a bagunçada e revirada gaveta. Cacau, como sempre o chamara –... Continue lendo →

Nosso pior e melhor

É uma bipolaridade sem tamanho. A gente chora, a gente ri. Tudo em um mesmo dia. Às vezes, em um inimaginavelmente curto espaço de tempo. E a gente acha que acabou tudo para, depois, perceber que ainda nem começou direito. Aí... Continue lendo →

Omissão

Mantenho, sobre minha mesa de trabalho, post-its que não posso usar. Guardo comigo, lá no fundo, segredos que não devo contar. Retenho sentimentos que não consigo externar e contenho lágrimas que não ouso derramar. Amo sem poder a ninguém contar.... Continue lendo →

A carta

"7 de novembro. Fatídico 2011. Prezada, Minha nossa. Quando vi, tive certeza que não era coisa boa. Sabe quando um frio na espinha te diz aquilo que informação nenhuma dá? Simples intuição. Merda! Odeio quando ela acerta! Muda o dia,... Continue lendo →

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑