Destilado do papel

Gosto de sofrer um pouco. Tristeza que destila, destila, fermenta e vira inspiração. Se transforma em palavras que abraçam, afagam o coração. Frases e pontos e vírgulas que se alinham sem o cérebro conseguir acompanhar. Sento no escuro, no macio do colchão. No colo, o peso da máquina de fazer expor, sair, distrair e desabafar. … Mais Destilado do papel

I’m back, bitch

Achei que minha fase de páginas de Word preenchidas por vírgulas, confissões, interrogações, reticências, pontos finais e divagações havia chegado ao fim. Cigarro, uísque, vinho. Mesma praça, mesmo carro, mesmo choro. Nada. Novos pensamentos, músicas, livros, filmes e peças. Outras táticas. Nada. Nem uma mísera linha. Fez-se branco na tela do computador. A caneta não … Mais I’m back, bitch

Vem, 2013!

Incrível, agora, é escrever sem sentir dor. Impressionantes são as visitas cada vez maiores em meu blog – que já não espreme todo o sangue de um coração partido e moído e pisado. Interessante é perceber que felicidade também vende, que superação também atrai e que amor não precisa ser sofrido. Sorrir ao ler textos … Mais Vem, 2013!

Bobagem

É vontade de dormir no sofá e sonhar com você. É nostalgia de ter tanta coisa para fazer e só conseguir concentrar em tua barba. (suspiro!) Não é amor, porém, é só saudade. É só desculpa para resgatar a inspiração, é só motivo inventado para escrever, é só o escritor que habita em mim à … Mais Bobagem

Pode vir, 2012

Quem acompanha o blog sabe as merdas e maravilhas que 2011 me proporcionou. Pensei em escrever uma retrospectiva que contasse que, neste ano, alcancei o céu e o inferno por diversas vezes. Mas pensei que não faria sentido retomar as perdas dolorosas ou os momentos fantásticos que tive com meus amigos. Acho desnecessário revelar aqui … Mais Pode vir, 2012

À mão

“Cadê a caneta? Bolsa de jornalista sem caneta? Tenha dó! Faça-me o favor! Não é possível que não tenha uma mísera caneta nessa merda que tem de tudo, ó, tudo: hidratante para as mãos, hidratante labial, maquiagem, água, barrinhas de cereal, tudo! Dá para sobreviver um mês ilhada nos escombros pós-terremoto no Japão, mas não … Mais À mão