e ponto.

conte-me tua vida. que encontro teu lide. te escrevo de cabo a rabo. te coloco entre vírgulas. te esqueço no final do segundo parágrafo sem perder o fio da meada pro início do terceiro. te perco entre minha pontuação. tão torta. tão morta. tão viva. te dou sentido se me deres novidade. inventa se for preciso. … Continue lendo e ponto.

Vou morrer de saudades

mas vá embora, sim, que eu trato de te encontrar no caminho.----- Passei uma vida inteira, entre idas e vindas, sem saber exatamente qual era meu sentimento por ela.Somos muito diferentes, não há como negar. Eu sou mais discreta, contida e paciente.  Sou previsível, não me afeto muito por críticas ou elogios - apesar de considerá-los, … Continue lendo Vou morrer de saudades

Ajoelha e não reza

Não, não tá fácil. Não sei se pra ninguém. Mas, para mim, certamente não. Nem escrever. Nem sair. Nem estudar. Tem sido uma batalha, eu diria. Várias, na verdade. Pequenas lutas diárias – a hora de levantar, dirigir, entrevistar, socializar, fingir que tá tudo bem. Mas não tá. E, às vezes, parece que só eu … Continue lendo Ajoelha e não reza