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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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lágrimas

Queria ser Frida Kahlo ou Margaret Thatcher

Queria ser uma daquelas mulheres fortes, daquelas que são tema de livros, biografias, músicas, filmes, seriados, tudo para mostrar às outras mulheres – que não são tão fortes – como as coisas têm que ser. Mas não. Às vezes me faço forte... Continue lendo →

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Sem prosa, nem verso

Achei pedaços seus na minha bagunça. Uma agenda esquecida, um caderno em branco, um livro por ler, folhas rabiscadas de edição. A lembrança de um sorriso, um afago, um pegar de mãos. Foi arrumando o antigo quarto que badernei meu... Continue lendo →

Vai passar

Vai passar porque a vida continua, o trabalho exige, os boletos vencem e o estômago ronca. Vai passar porque o fígado reclama e as lágrimas secam. Mesmo que nada mais faça sentido, vai passar porque o sol ainda nasce, a... Continue lendo →

Faria tudo de novo

Esqueço as lágrimas que, invisíveis, jorravam de dentro do peito. Apago a insegurança e a consciência do erro cometido por diversas vezes, sem o menor pudor. Perdoo a falta de atenção e carinho nos momentos que mais precisava. Relevo o... Continue lendo →

Ao começo da boa saudade

Em um momento de quase insanidade mental, puro êxtase proveniente do falso sentimento de enfim liberdade das amarras da dor que havia sentido, puxei o envelope que há muito habitava a bagunçada e revirada gaveta. Cacau, como sempre o chamara –... Continue lendo →

Omissão

Mantenho, sobre minha mesa de trabalho, post-its que não posso usar. Guardo comigo, lá no fundo, segredos que não devo contar. Retenho sentimentos que não consigo externar e contenho lágrimas que não ouso derramar. Amo sem poder a ninguém contar.... Continue lendo →

Cíclico

As palavras saem de sua boca com uma naturalidade agonizante. É como se nada, nunca, tivesse acontecido. E respondo com uma falsidade tão verdadeira que chega a intrigar. Confunde. Ignoro as mil lágrimas vertidas e esqueço as promessas de mudança... Continue lendo →

Causa e consequência

Desconhecido, aproximou-se. O ar nada amigável não enganava. Não queria papo. Ufa! Não era dia de paciência. Muito menos de simpatia. Apenas sentou-se ao seu lado e acendeu um cigarro, ignorando o toldo, os três metros de distância permitidos por lei, a própria lei... Continue lendo →

Back to black

Menti. Não precisava me conhecer/reconhecer no mundo novo, na vida nova. Não entrei em crise pelo término de um ciclo vezes longo, vezes curto e maior parte do tempo agradável e encantador. Não me preocupava com o futuro. Sempre soube... Continue lendo →

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