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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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Lembrança

Quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu

Luiz morreu aos 54 anos. Refeições gordurosas regadas a cerveja, vinho e uísque da melhor qualidade provavelmente destruíram seu fígado. Mesmo sabendo de sua condição genética - a mãe de Luiz morreu de cirrose sem nunca ter bebido uma gota... Continue lendo →

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Faria tudo de novo

Esqueço as lágrimas que, invisíveis, jorravam de dentro do peito. Apago a insegurança e a consciência do erro cometido por diversas vezes, sem o menor pudor. Perdoo a falta de atenção e carinho nos momentos que mais precisava. Relevo o... Continue lendo →

Ao começo da boa saudade

Em um momento de quase insanidade mental, puro êxtase proveniente do falso sentimento de enfim liberdade das amarras da dor que havia sentido, puxei o envelope que há muito habitava a bagunçada e revirada gaveta. Cacau, como sempre o chamara –... Continue lendo →

Depois do ponto final

Tomo um banho. Demorado. Testo os novos xampus e óleos adquiridos num surto consumista na farmácia do bairro. Tomo vergonha na cara e jogo as toalhas furadas no lixo. Passo cremes macios e cheirosos até demais. Troco a roupa de... Continue lendo →

Beca, capelo e canudo

Vamos nos desesperar, achando que nos falta capacidade. Chegaremos a questionar escolhas e caminhos que fizemos. E vamos temer o futuro (ou a falta dele). Vamos nos conhecer cada vez mais e mais profundamente e, em determinado momento, nos assustaremos... Continue lendo →

Tomorrow never knows

Posso não te deixar nada. Nenhuma boa lembrança que te faça sorrir numa tarde ociosa de quinta feira, nenhum arquivo de word escondido na pasta de nome difícil de achar no computador, nem um mísero momento de devaneios num almoço... Continue lendo →

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