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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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livro

Ler é o melhor remédio

Lá fui eu para o primeiro e muito esperado dia de treinamento. É claro que eu sentia medo. No curso, demorado por demais e necessário por demais, sabiamente nos alertaram sobre tudo que poderia acontecer. Desde sorrisos que serão lembrados... Continue lendo →

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Fundidos

*texto baseado em lembranças sonadas de uma vida inventada e no romance Febre, de Renato Essenfelder - cuidado, leitores: pode conter spoilers ........ Talvez ele tenha se matado, pensei. Talvez fosse eu, naqueles tempos, tivesse me matado também. Senti vergonha,... Continue lendo →

“Febre” na mão e sorriso no rosto

Quando soube que teria a possibilidade de folhear páginas e páginas daquelas belas, inteligentes, pensadas e sutis combinações de palavras, enlouqueci. Torci muito pelo projeto, pelo autor, pelo talento que viraria sucesso. Mas quando a espera ganhou vida, nome, cor,... Continue lendo →

Férias forçadas

Precisei de uma pausa. Os motivos já nem sei. Já passou, já respirei. Mas meu tempo eu respeitei. Até tive vontade de escrever, sabe? Mas quando um provável primeiro parágrafo acabava não fazendo menor sentido, tudo bem. As palavras não... Continue lendo →

Queria ser Frida Kahlo ou Margaret Thatcher

Queria ser uma daquelas mulheres fortes, daquelas que são tema de livros, biografias, músicas, filmes, seriados, tudo para mostrar às outras mulheres – que não são tão fortes – como as coisas têm que ser. Mas não. Às vezes me faço forte... Continue lendo →

Vai passar

Vai passar porque a vida continua, o trabalho exige, os boletos vencem e o estômago ronca. Vai passar porque o fígado reclama e as lágrimas secam. Mesmo que nada mais faça sentido, vai passar porque o sol ainda nasce, a... Continue lendo →

Espírito velho

Hoje é sexta feira. Não são nem nove da noite. Já estou na cama. De pijama. Com meu livro. E estou muito feliz. Poderia, do alto dos meus 22 anos, dizer que tenho trabalhado demais. Que estou cansada. Mas todos... Continue lendo →

Tomorrow never knows

Posso não te deixar nada. Nenhuma boa lembrança que te faça sorrir numa tarde ociosa de quinta feira, nenhum arquivo de word escondido na pasta de nome difícil de achar no computador, nem um mísero momento de devaneios num almoço... Continue lendo →

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