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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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medo

Embriaguez

Maria começou a sentir tudo aquilo novamente. O tremelique que dá nas pernas, a vontade de berrar e chorar ao mesmo tempo que ri. E comer ao mesmo tempo que não sente fome e dormir quando o sonho atinge a... Continue lendo →

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A verdade que não se quer ver

- e aí, já pegou lá o rapaz? - não - ué, não ia pegar? - eu nunca disse que ia, de fato, fazer nada. Só disse que tava rolando um clima, só isso. - tá. E vai pegar quando... Continue lendo →

Entre eu e eu mesma

- deus do céu, você vai continuar? - vou. - mesmo sabendo que talvez não seja tudo aquilo que espera? - sim. - por muito tempo? - bastante. - quanto? - suficiente. - para quê? - para tudo. - mas... Continue lendo →

Fugitiva

Substitui-te, todas as noites, pelo combo academia+Gabriel García Márquez. No caminho de volta para casa, ouço notícias. Quando na esteira ergométrica, assisto a seriados humorísticos. Evito canções. E não me identifico com nenhuma trama amorosa de nenhum Aureliano que habita as páginas de Cem... Continue lendo →

Leia-me

Nota: este texto é uma reedição (da série 'E-mails que, desesperada, mandei') Você me dá vontade de voltar a fumar, que é pra ver se supre de alguma maneira, se alivia essa tensão que mistura ansiedade com angústia. E aí... Continue lendo →

Sê complexo, embora simples

A gente se entende por meio de doces palavras escritas. Já não há mais raiva, vontade de vingança ou esquecimento. Há apenas carinho e saudade. A distância se faz longa, por mais que curta. Talvez seja o medo. Às vezes nos... Continue lendo →

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