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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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México

Vamos fugir

hoje me bateu uma saudade daquelas calles llenas de paralelepípedos, ventanas grandes, poucas opções de lazer e muito tempo de sobra. quando dá vontade de fugir de novo pode ser que alguma coisa esteja errada. ou que a gente precise... Continue lendo →

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Vem ser dono do meu nariz

Aeroporto de Cumbica, Guarulhos, SP, Brasil: - Então tá bom, gente! Tchau!! - Tchau, boa viagem!! … - Tá, então eu vou! Tchaaau!! - Tchau!!!! Boa viageeem! … - E aí? Acho melhor você ir, né? - Aham. Sim, sim.... Continue lendo →

Entre eu e eu mesma

- deus do céu, você vai continuar? - vou. - mesmo sabendo que talvez não seja tudo aquilo que espera? - sim. - por muito tempo? - bastante. - quanto? - suficiente. - para quê? - para tudo. - mas... Continue lendo →

Vem, 2013!

Incrível, agora, é escrever sem sentir dor. Impressionantes são as visitas cada vez maiores em meu blog - que já não espreme todo o sangue de um coração partido e moído e pisado. Interessante é perceber que felicidade também vende,... Continue lendo →

Facebookcídio

A gente vive em cidade pequena e reaprende a conectar sem presença de tecnologia, a curtir sem apertar um botão, registrar sem fazer check-in, estar junto sem tagar em fotos, aproveitar sem flashs e ter uma história incrível para contar... Continue lendo →

Seja o que Deus quiser

Esta cidade mexeu comigo. As pessoas também. Mas, a esta altura do campeonato, já tinha experiência suficiente para saber que não posso me deixar levar pela emoção. Não outra vez. Nunca fui muito religiosa, para desgosto de minha avó, tampouco... Continue lendo →

Mulher mexicana

Ser revolucionária não é beijar homens e mulheres, fumar maconha na praça, ter 'trabalhos de homem', mostrar o corpo sem querer dizer que se insinua, ter nome de fruta ou tatuar o orifício anal. Ser a frente de seu tempo,... Continue lendo →

Apenas uma mensagem

E aí eu to sentada sozinha em um banco dessa praça em que essas crianças brincam e as pessoas passam e os poetas vendem suas dores e ideias e que, para muitos, trata-se apenas de um pedaço de papel menos... Continue lendo →

Carta aberta a mim mesma

Querida Ana, Hoje é dia 6 de novembro de 2012. Você (ou eu, não sei direito como mencionar-nos) está no México, vivendo na casa da Linda, estudando espanhol. No último mês, Ana, você descobriu que, metaforicamente falando, há vida após a... Continue lendo →

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