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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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Morte

Quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu

Luiz morreu aos 54 anos. Refeições gordurosas regadas a cerveja, vinho e uísque da melhor qualidade provavelmente destruíram seu fígado. Mesmo sabendo de sua condição genética - a mãe de Luiz morreu de cirrose sem nunca ter bebido uma gota... Continue lendo →

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A história de Maria: quem disse que um versinho não daria?

Maria morreu aos 86 anos. Uma veia entupida fez seu coração parar de bater. Maria fazia check-up a cada seis meses, usando o convênio de idosos que um médico também idoso recomendou. Morava na mesma casa há 50 anos. Foi... Continue lendo →

Pai. Do verbo ‘insubstituível’

a dor dói menos mesmo. como todo mundo disse que aconteceria. todo mundo com um mínimo de sensatez, né? o que mais me irritava quando você lá estava, já não sabendo direito que dia era (felizmente sem nunca esquecer-nos) e... Continue lendo →

Faz um tempo, eu quis fazer uma canção pra você viver mais

Eu tinha um medo incondicional de que alguma coisa, um dia, acontecesse com você. Dizem que, quando nascemos, no fundo sabemos o nosso destino e as dores pelas quais passaremos. Se for verdade, talvez fosse só minha memória irracional me... Continue lendo →

Keep moving forward

Essa dor silenciosa é a pior dor que tem. É morrer por dentro cada dia um pouquinho. A cada semáforo vermelho, a cada chá preto, a cada nova música. É estar mal o tempo todo em que se está bem.... Continue lendo →

Ao começo da boa saudade

Em um momento de quase insanidade mental, puro êxtase proveniente do falso sentimento de enfim liberdade das amarras da dor que havia sentido, puxei o envelope que há muito habitava a bagunçada e revirada gaveta. Cacau, como sempre o chamara –... Continue lendo →

Éramos 15

Amizade é como amor. Tem que haver fidelidade, confiança, cumplicidade, carinho e tesão. Quando nos encontrávamos, todas essas características se faziam valer. E como bons amigos que éramos, chorávamos toda dor de amores incapazes de cumprir com os mesmos pré-requisitos.... Continue lendo →

Crime passional

Tarde. Um domingo chuvoso. A casa vazia. Um vinho. Lógico, típico. Mas dos melhores. O clássico, do tipo que nunca decepciona, tinha gosto amargo. A uva, colhida com tanto carinho no penúltimo outono, descia rasgando a garganta, cruel. Não fosse... Continue lendo →

Se pudesse ajudar…

Pensei, pensei, refleti, pensei mais e tudo isso não sai da minha cabeça. Tantas imagens, informações, uma enxurrada de desastres e lágrimas. A vida humana como ela é: frágil, pequena, sujeita, impremeditável.  A morte tão de perto. A natureza, bela, vira... Continue lendo →

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