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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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pai

Quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu

Luiz morreu aos 54 anos. Refeições gordurosas regadas a cerveja, vinho e uísque da melhor qualidade provavelmente destruíram seu fígado. Mesmo sabendo de sua condição genética - a mãe de Luiz morreu de cirrose sem nunca ter bebido uma gota... Continue lendo →

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Pai. Do verbo ‘insubstituível’

a dor dói menos mesmo. como todo mundo disse que aconteceria. todo mundo com um mínimo de sensatez, né? o que mais me irritava quando você lá estava, já não sabendo direito que dia era (felizmente sem nunca esquecer-nos) e... Continue lendo →

I carry your heart. I carry it in my heart.

“estou em crise existencial”, eu dizia, agarrando uma almofada, com um biscoito na mão. era hora de voltar a ter cinco anos, agarrar-me naquela enorme barriga morena, dormir escutando as batidas de seu coração e saber que tudo, tudo daria... Continue lendo →

Então é saudade

Você adorava quando eu conseguia expor de maneira engraçada e vezes sarcástica o cotidiano de nossa família maluca. O texto ficava ainda melhor quando não envolvia o seu lado, pegando no pé apenas do estresse da mamãe, da mania de... Continue lendo →

Proibido chorar em horário de trabalho

Me deu uma vontaaade de chorar. Mas era segunda-feira e o trabalho com menos uma jornalista na redação estava fervendo. O mundo do mercado imobiliário me esperava, com suas grosserias e esperas infinitas ao telefone, com má vontade de responder... Continue lendo →

Faz um tempo, eu quis fazer uma canção pra você viver mais

Eu tinha um medo incondicional de que alguma coisa, um dia, acontecesse com você. Dizem que, quando nascemos, no fundo sabemos o nosso destino e as dores pelas quais passaremos. Se for verdade, talvez fosse só minha memória irracional me... Continue lendo →

Keep moving forward

Essa dor silenciosa é a pior dor que tem. É morrer por dentro cada dia um pouquinho. A cada semáforo vermelho, a cada chá preto, a cada nova música. É estar mal o tempo todo em que se está bem.... Continue lendo →

Uma carta e qualquer órgão que você precisar

Tem gente que te vê amarelo. Eu te vejo lindo. Tem gente que fala com você com pesar. Eu pergunto as novidades e, por tanto te conhecer, estou preparada para qualquer reação vezes exagerada e precavida que você pode ter.... Continue lendo →

Carta para o leito 550-2

Não sei se eu já te contei isso, pai, mas eu falo de você para todo mundo. Minhas antigas chefes, se pudessem, teriam te contratado. Para elas, a minha capacidade de trabalho sob pressão e qualidade nos textos era reflexo... Continue lendo →

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