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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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sofrimento

Destilado do papel

Gosto de sofrer um pouco. Tristeza que destila, destila, fermenta e vira inspiração. Se transforma em palavras que abraçam, afagam o coração. Frases e pontos e vírgulas que se alinham sem o cérebro conseguir acompanhar. Sento no escuro, no macio... Continue lendo →

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Pai. Do verbo ‘insubstituível’

a dor dói menos mesmo. como todo mundo disse que aconteceria. todo mundo com um mínimo de sensatez, né? o que mais me irritava quando você lá estava, já não sabendo direito que dia era (felizmente sem nunca esquecer-nos) e... Continue lendo →

Sem conto nem fadas

Despedir-se? Ah, tolinha! A quem queria enganar? A despedida era só uma maneira ilusória de postergar o iminente fim. Era só aquela tão sua típica veia dramática querendo sentir mais uma vez, envolver, sofrer. Era intensidade que queria, filme de... Continue lendo →

Proibido

É para ser filha da puta? Então seja filha da puta direito, daquelas dignas de apanhar com razão, sem dó de puxar o brinco de argola e arrancar tufos de cabelo. É para ser amante? Então é para ser amante... Continue lendo →

Conquista

Porque quando era só carnal, tensão sexual e aquele gostinho de proibido, impossível, era só ilusão. E envolveu carinho. E virou real, palpável. Certeza. Quanta indecisão. Quanta tentação. Suava entre os dedos, deixava o vento acertar os cabelos e ignorava... Continue lendo →

500 dias em choque

AVISO: este post contém spoilers do filme '500 dias com ela' Por Ana Carolina Pereira Uma Linda mulher, Amor à segunda vista, Letra e música, Simplesmente amor, A proposta, Dirty Dancing, Mensagem pra você, O amor não tira ferias. Reconhece... Continue lendo →

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