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Escrevo, depois apago

Não fui eu, foi meu eu-lírico

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vinho

Copiloto

Tem gente que parece que entra na vida da gente só para fazer bem. Parece que aparece só para nos fazer acreditar que podemos fazer mais e melhor e ser mais e melhor. É para esse tipo de gente que... Continue lendo →

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Canção de Ninar

Aquieta esse facho, menina. Acalma essa alma. Canta essa canção. Não deixa mais vir do coração. Medita nas nuvens. Encontra o equilíbrio. Desperte o chakra. Deita na cama. Chore de rir. Assista TV. Beba um copo de vinho. Talvez dois.... Continue lendo →

O primeiro dia do resto da minha vida

O primeiro dia do resto da minha vida escritora foi quando sentei à frente do computador e escrevi sozinha minha primeira história. Não deu tempo de esperar a inspiração chegar. Algo tinha que ser entregue. Então entreguei. O primeiro dia do... Continue lendo →

Não há noite longa que não encontre o dia

Dormiu o melhor dos sonhos. Caiu nos braços de Morfeu e este, desta vez, não era gostoso, não tinha os braços fortes ou o dorso torneado. Era mais como colo de vó ou edredom quentinho e macio numa noite de... Continue lendo →

Vai passar

Vai passar porque a vida continua, o trabalho exige, os boletos vencem e o estômago ronca. Vai passar porque o fígado reclama e as lágrimas secam. Mesmo que nada mais faça sentido, vai passar porque o sol ainda nasce, a... Continue lendo →

Então é natal

Nota: os membros que compõem minha família, além de bagunceiros e bagunçados, são o máximo e eu realmente não sei o que seria das minhas datas comemorativas sem eles Para desgosto da minha mãe, não sou uma pessoa muito natalina. Isso porque, desde... Continue lendo →

Autoajuda

Se quiser me entender, não desconsidere textos passados, por mais que o novo os contradiga. Oscilo. É surpreendente a capacidade que tenho de ir de um extremo a outro em uma única virada de página. Minhas estratégias textuais já não existem - são baseadas em ironia, lugar-comum... Continue lendo →

Crime passional

Tarde. Um domingo chuvoso. A casa vazia. Um vinho. Lógico, típico. Mas dos melhores. O clássico, do tipo que nunca decepciona, tinha gosto amargo. A uva, colhida com tanto carinho no penúltimo outono, descia rasgando a garganta, cruel. Não fosse... Continue lendo →

Coisas que aprendi com meu pai

Esse meu temperamento calmo e paciente até demais é herança genética de meu maior professor. Não ser do tipo estourada, porém, me trouxe alguns problemas. Era sempre eu a criança passada para trás pelos coleguinhas espertos. Era eu a tolerante... Continue lendo →

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